O dia a dia do enfermeiro emergencista é sempre corrido e cheio. Seja em hospitais ou no pronto atendimento em ambulâncias, por exemplo, é preciso ter muito mais que conhecimento técnico. Muitas vezes, a urgência exige respostas rápidas para garantir a sobrevivência do paciente.
Pensando nisso, o Instituto Enfermagem de Valor preparou esse artigo. Nele, damos 4 dicas importantes que todos os profissionais da área devem saber. Prossiga a leitura e veja!
Em situações ou casos de traumas, seja por acidentes automobilísticos ou violências, o enfermeiro deve ter muita atenção. É preciso ter discernimento, bem como estar habilitado a agir de acordo com os protocolos de Atendimento Pré-Hospitalar e Hospitalar ao Trauma.
É indicado que o profissional faça a avaliação AVDI. Ela significa ao pé da letra: alerta, voz, dor e inconsciência. Ela é basicamente uma avaliação neurológica. Algumas instituições chamam de avaliação ABCDE que analisa as vias aéreas, respiração, circulação, parte neurológica e controle térmico (siglas em inglês para Airway, Breathing, Circulation, Disability e Explosure).
De antemão, talvez essa seja a principal coisa que o enfermeiro emergencista deve se preocupar. Saber classificar uma situação de risco é muito importante no atendimento ao paciente. A análise é feita por meio de uma série de fatores que permite que o atendimento seja prioritário àqueles que necessitam de uma conduta imediata.
Em primeiro lugar é preciso verificar os sinais vitais e o nível de consciência. Se o paciente responder bem a esses quesitos, deve-se entender sobre dores e limitações de corpo. Dessa forma, é possível fazer a melhor avaliação dos riscos para adaptar os serviços de urgência para cada caso.
Em determinados casos como paradas cardiorrespiratórias, por exemplo, o profissional de saúde deve agir rapidamente. Por meio do Suporte Básico de Vida (SBV) e Suporte Avançado de Vida (SAV) essas ações são possíveis. Eles consistem em manobras técnicas e invasivas (caso sejam necessárias), com habilidades específicas que ajudam a salvar os pacientes.
A principal diferença entre elas é:
De acordo com a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), as Doenças Cardiovasculares são as causas de morte mais frequentes no mundo.
E o Infarto Agudo do Miocárdio (IAM) lidera a lista como sintoma. Durante a avaliação clínica, o enfermeiro emergencista deve estar atento a qualquer característica que possa indicar o problema.
Além disso, o Acidente Vascular Cerebral (AVC) também é causa recorrente de mortes. Ele chega a representar 10% das mortes no Brasil. Sendo assim, é primordial que o enfermeiro faça o atendimento precoce visando evitar esses tipos de complicações.
Agora que você já sabe quais são as dicas para um enfermeiro emergencista, que tal adicionar ainda mais valor à sua carreira? O Instituto Enfermagem de Valor pode te ajudar! Somos uma instituição de Pós-graduação exclusiva na área de enfermagem.
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