Mpox Atinge Novos Estados E Brasil Soma 90 Confirmações
O estado com maior número de ocorrências é São Paulo, com 63 casos. Em seguida aparecem Rio de Janeiro, com 15 registros, Rondônia, com 4, Rio Grande do Sul, com 2, e Santa Catarina e Distrito Federal com 1 em cada.
Também foram contabilizados casos em Minas Gerais (3) e no Paraná (1), locais que ainda não haviam aparecido na lista do Ministério da Saúde.
Além dos casos confirmados, o país já registrou mais de 180 notificações suspeitas. Desse total, 57 foram descartadas após investigação. Somente em São Paulo, mais de 70 casos seguem em análise, aguardando resultado definitivo.
O Ministério da Saúde informou que monitora a situação de forma contínua e destacou que o Sistema Único de Saúde (SUS) está preparado para atender pacientes com sintomas e identificar precocemente novos episódios, a fim de conter a transmissão.
Sobre Mpox
A mpox é causada por um vírus transmitido principalmente por contato íntimo ou muito próximo com uma pessoa infectada. Entre os sintomas mais comuns estão febre, dor de cabeça e lesões na pele que se manifestam como bolhas ou erupções características.
Embora atualmente não haja registros de mortes no Brasil, a doença pode evoluir para complicações graves em determinados casos. Estimativas apontam que, em cenários mais críticos, até 10% dos quadros podem evoluir para óbito, especialmente sem acompanhamento adequado. No entanto, o avanço nas estratégias de vigilância, diagnóstico e isolamento tem contribuído para reduzir riscos.
A mpox é uma doença infecciosa zoonótica causada por um vírus da mesma família da antiga varíola. A transmissão ocorre principalmente por contato direto com a pele de pessoas infectadas, sobretudo quando há lesões, mas também pode acontecer por meio do contato com secreções ou do compartilhamento de objetos pessoais, como toalhas e roupas.
Os sintomas mais comuns incluem febre, dores de cabeça e musculares, sensação de fraqueza e lesões na pele, que geralmente surgem no rosto e podem se espalhar pelo corpo.
Atualmente, o tratamento é baseado em medidas de suporte, com foco no alívio dos sintomas e na prevenção de complicações, já que ainda não há medicamento específico aprovado para a mpox.
Pessoas diagnosticadas devem permanecer em isolamento até a completa cicatrização das lesões, período que pode variar de duas a quatro semanas, conforme a evolução clínica.
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