Pessoas que não são da área médica podem nunca ter ouvido falar, mas a Esclerose Lateral Amiotrófica é uma doença que não tem cura. A pessoa mais famosa que teve, foi o cientista Stephen Hawking. Também chamada de Doença ELA, ela tem seu início no cérebro e vai paralisando, progressivamente, os músculos do corpo. Dessa forma, o paciente que desenvolve o problema precisa de cuidados específicos. No artigo, o Instituto Enfermagem de Valor esclarece mais sobre o papel do enfermeiro diante do quadro. Leia e entenda!
Como você já sabe, a Esclerose Lateral Amiotrófica ou Doença Ela, é provocada pela degeneração progressiva em dois neurônios: o primeiro localizado no cérebro e o segundo na medula espinhal. Dessa forma, eles vão perdendo, aos poucos, a capacidade de transmitir os impulsos nervosos. Com isso, a funcionalidade e rigidez dos músculos vão endurecendo até pararem completamente de obedecer aos impulsos dos outros neurônios. O resultado é a perda total de todos os movimentos do corpo.
Não há uma causa conhecida para o surgimento do problema. Além disso, a degeneração motora começa a aparecer, em média, por volta dos 55 anos de idade. Seu principal sintoma é a fraqueza muscular. Mas, ela também pode causar cãibras, tremor muscular, espasmos e perda da sensibilidade.
Como a doença não tem cura, é preciso tomar medidas para ter sua evolução retardada. Assim, o tratamento da Doença ELA envolve equipe multidisciplinar. De uma forma geral, o papel do enfermeiro é fundamental para promover a melhora da qualidade de vida. Veja a seguir algumas atribuições do enfermeiro com um paciente com Doença Ela!
Como o paciente perde os movimentos de forma gradativa, ele precisa de ajuda para realizar tarefas simples e principalmente, para realizar pequenos movimentos. Escovar os dentes, comer e se coçar vão ficando cada vez mais complicados para o paciente. Assim, o enfermeiro deve ajudar na realização dessas tarefas do cotidiano e ainda a evitar as escaras (lesões que aparecem na pele por ficar muito tempo na mesma posição). O problema é comum em estágio mais avançado onde o paciente fica na cadeira de rodas ou acamado.
O ponto mais importante, já que a Doença ELA não tem cura, é tomar os medicamentos prescritos pelo médico para retardar a sua evolução. Dessa forma, o profissional de enfermagem deve ajudar com a medicação monitorando os horários e doses recomendadas. Além disso, é preciso ficar atento para identificar possíveis reações alérgicas. Em casos mais avançados, pode haver necessidade de fazer a administração IM (intra muscular) ou IV (via venosa).
Esse aspecto é importante tanto para pacientes como para familiares. O enfermeiro deve ajudar a manter uma rotina dentro das possibilidades de cada paciente e confortar a família com informações e atualizações do quadro de saúde. Outro ponto importante é que, muitas vezes, o enfermeiro acaba sendo uma companhia constante. Como a Doença ELA não altera ou prejudica a capacidade cognitiva, é essencial para o paciente poder conversar e interagir, enquanto consegue controlar os músculos.
Também é papel do enfermeiro facilitar a rotina do paciente com ELA. Pessoas que têm atendimento em domicílio têm menos riscos de ter fraturas ou lesões, que em geral são causadas por batidas e/ou quedas fora de casa. Assim, o profissional da área deve contribuir para que esses riscos sejam evitados.
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